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Os Protetores solar que você usa está dentro das normas e são capazes de lhe proteger contra os raios ultra violetas que chegam á terra?
Em 14 de junho de 2011, o Food and Drug Administration (FDA), a agência americana, correspondente a nossa Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) anunciou novas exigências para os protetores solares vendidos atualmente direto na farmácia ou drogaria, sem receita médica (OTC).
Estes requisitos apóiam esforços contínuos da Agência para assegurar que os protetores solares atendam modernos padrões de segurança e eficácia.
Você tem o hábito de procurar saber e conhecer se o seu protetor solar está dentro das especificações exigidas?
Algumas perguntas e respostas elaboradas pelo FDA fornecem uma visão geral das recentes ações regulatórias e destacam as informações mais importantes para os consumidores para saber quando comprar e usar produtos de proteção solar.
Por que o FDA está fazendo alterações à forma como filtros solares são comercializados nos Estados Unidos?
O FDA está fazendo alterações na forma como filtros solares são comercializados nos Estados Unidos como parte dos esforços em andamento para garantir que os protetores solares atendam a padrões modernos de segurança e eficácia.
Também para ajudar os consumidores a possuírem a informação que necessitam para que possam escolher o protetor solar correto para protegê-los e a suas famílias. As regras anteriores sobre filtros solares eram tratadas quase que exclusivamente como proteção contra queimaduras solares causada principalmente por radiação do sol do tipo ultravioleta B (UVB)..
Entendendo sobre os raios ultra violeta
Os raios ultravioleta são divididos em seções de acordo com seus comprimentos de onda do sol para a terra: UV C, UV B e UV A.
1° -Raios UV C: mais curtos do sol,em geral não alcançam a terra, sendo absorvidos pela camada de ozônio acima da terra. Vez por outra ocorrem alertas em relação a impactos na camada de ozônio que permitiriam a exposição aos raios UV C.
Exposição breve e leve a estes raios podem causar queimaduras solares. Exposição prolongada é fatal.
2º Raios UV B: de longa data considerados os raios do bronzeamento é o mais forte no período do verão ou em meses quando a órbita aproxima a terra do sol.
Nos períodos de inverno ou quando há distanciamento do sol, é mais difícil o bronzeamento porque os raios UV B não conseguem alcançar tão facilmente a superfície da terra.
Os bloqueadores solares ou protetores solares a muitos anos bloqueavam somente os raios UV B, pelo desconhecimento científico.
Reação do corpo ao UV B: Este raio só consegue penetrar a camada mais externa do corpo, a epiderme, que tem em geral a espessura de um lenço de seda. Nesta camada de epiderme não há vasos sanguíneos, terminações nervosas, sendo composta de queratinócitos (células da pele), células basais e melanócitos. Os melanócitos produzem tirosinase e um pigmento a MELANINA transferida para as células da pele, colorindo-as.
Os raios UV B estimulam os melanócitos a produzirem mais melanina que resulta no bronzeado ou também em sardas, pintas ou pigmentação de idade.
Os raios UV A ganharam publicidade nos anos 80 como raios seguros e as câmaras de bronzeamento eram o máximo. Alguns dermatologistas suportaram a idéia de que os raios UV A eram o jeito seguro e saudável de aparentar o melhor. Desde então a ciência descobriu que estes raios na verdade causam mais dano do que os raios UVB.
Os raios UV A tem a mesma intensidade o ano inteiro, não importando a distância sol-terra ser maior ou menor.
Os raios permanecem com a mesma força e considerada um raio X leve penetrando dias nublados, coberturas,janelas de escritório e chapéus, citando alguns.
Reação do corpo ao UV A: Os raios UV A passam através da epiderme e se dispersam na derme, a segunda maior camada da pele.
A derme chamada de pele verdadeira reduz sua regeneração ou renovação em torno dos 28 anos de idade. A pele a partir desta idade é considerada uma “pele madura” que não se recupera.
A exposição prolongada aos raios UVA quebram e enrugam o colágeno e a elastina reduzindo o tamanho desta camada, permitindo a camada externa (epiderme) a começar a perder elasticidade e despencar.